A dimensão política e global de nosso compromisso com o senhorio de Jesus Cristo

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26/3, sexta-feira

A dimensão política

Não podemos esquecer que Jesus foi condenado tanto por uma ofensa política quanto por uma ofensa religiosa. Na corte judaica ele foi considerado culpado de blasfêmia, por ter chamado a si mesmo Filho de Deus, enquanto que na corte romana ele foi condenado por sedição, por se haver declarado rei, e Roma não reconhecia outro rei além de César.

As reivindicações de Jesus tinham implicações políticas inevitáveis.

Mc 12.17

Então Jesus lhes disse: “Deem a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. E ficaram admirados com ele.

Existem áreas sobre as quais Deus é Senhor e nas quais César não deve se intrometer.

Os discípulos de Jesus devem respeitar o estado e, dentro dos limites, submeter-se a ele; nunca, porém, irão adorá-lo nem dar-lhe o apoio acrítico que ele exige.

Por isso é que às vezes o discipulado implica em desobediência ao estado. Aliás, a desobediência civil é uma doutrina bíblica, e existem na Escritura alguns exemplos notáveis disso (Êx 1.15-17; Dn 3,6; At 4.19; 5.29).

Temos que nos submeter ao estado, pois sua autoridade provém de Deus e seus oficiais são ministros de Deus (Rm 13.1-7). Mas há um limite: quando a obediência ao estado implica em desobediência a Deus. Neste ponto, nosso dever, como cristãos, é desobedecer ao estado a fim de obedecer a Deus. Pois, afinal de contas, se o estado abusa de sua autoridade dada por Deus e tem a presunção, seja de ordenar aquilo que Deus proíbe, seja de proibir aquilo que Deus ordena, nós precisamos dizer “não” ao estado a fim de dizer “sim” a Cristo.

A dimensão global

Afirmar que “Jesus é Senhor” é reconhecer seu senhorio universal. Deus o “exaltou sobremaneira” “à mais elevada das alturas” (Fp 2.9). O propósito de Deus ao fazer isto foi que todo joelho se dobrasse e toda língua o confessasse como Senhor.

Deus deseja que todo o mundo reconheça a Jesus, este deve ser também o nosso desejo. Só Jesus é Senhor. Ele não tem rivais.

Não existe incentivo maior para a missão mundial do que o senhorio de Jesus Cristo. Missão não é uma interferência impertinente na vida privada de outras pessoas, nem uma opção dispensável que pode ser rejeitada. Missão é fruto do senhorio universal de Jesus Cristo.

ORE:

  • Reconhecendo o senhorio de Jesus Cristo sobre a sua vida e sobre todo o Universo.
  • Comprometendo-se a ter uma relação equilibrada com o estado como ministro do Senhor Jesus.
  • Comprometendo-se a contribuir para tornar conhecido o senhorio de Jesus Cristo por toda a terra.

ORE POR:

  • Isa e Família;
  • Pr. Madeira e Melita (Moçambique)
  • Miss. Rafael Amaral Marinho Russi – Radical Cristolandia;
  • Miss. Sahir Usman – Ásia;
  • Congregação Batista em Nova Mangabeira – João Pessoa;
  • Melhora na relação pais e filhos;
  • Filhos de pais divorciados

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